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A pesquisa brasileira com a polilaminina acaba de ganhar novos dados.
A substância desenvolvida por pesquisadores da UFRJ é estudada como uma possível forma de ajudar na recuperação de pessoas que sofreram lesões graves na medula espinhal.
Em agosto de 2026, foi publicado na revista científica Spinal Cord o primeiro estudo da polilaminina em humanos.
O estudo acompanhou oito pacientes com lesões completas na medula. Seis apresentaram melhora de pelo menos dois níveis na escala usada pelos médicos para avaliar movimentos e sensibilidade.
Mas existe uma atualização ainda mais recente.
Entre dezembro de 2025 e maio de 2026, o uso experimental da polilaminina foi autorizado para 105 pacientes.
Como a avaliação dos resultados acontece seis meses depois do procedimento, apenas 17 já haviam chegado ao período necessário para essa análise.
Desses 17, dez apresentaram melhora na classificação neurológica.
É um resultado promissor, mas ainda não significa que a eficácia do tratamento esteja comprovada.
O primeiro estudo envolveu apenas oito pessoas, não teve grupo de controle e os próprios pesquisadores afirmam que ainda são necessários estudos maiores.
Também é importante esclarecer que “melhora neurológica” não significa necessariamente voltar a andar. Ela é medida por uma escala que avalia movimentos e sensibilidade após uma lesão na medula.
A polilaminina continua sendo um tratamento experimental.
Mas os novos resultados representam mais um passo de uma pesquisa brasileira que agora começa a ser testada de forma mais ampla em seres humanos.
Siga @historiailtda para acompanhar histórias e descobertas que estão acontecendo diante dos nossos olhos.
História Ilimitada A pesquisa brasileira com a polilaminina acaba de ganhar novos dados.
A substância desenvolvida por pesquisadores da UFRJ é estudada como uma possível forma de ajudar na recuperação de pessoas que sofreram lesões graves na medula espinhal.
Em agosto de 2026, foi publicado na revista científica Spinal Cord o primeiro estudo da polilaminina em humanos.
O estudo acompanhou oito pacientes com lesões completas na medula. Seis apresentaram melhora de pelo menos dois níveis na escala usada pelos médicos para avaliar movimentos e sensibilidade.
Mas existe uma atualização ainda mais recente.
Entre dezembro de 2025 e maio de 2026, o uso experimental da polilaminina foi autorizado para 105 pacientes.
Como a avaliação dos resultados acontece seis meses depois do procedimento, apenas 17 já haviam chegado ao período necessário para essa análise.
Desses 17, dez apresentaram melhora na classificação neurológica.
É um resultado promissor, mas ainda não significa que a eficácia do tratamento esteja comprovada.
O primeiro estudo envolveu apenas oito pessoas, não teve grupo de controle e os próprios pesquisadores afirmam que ainda são necessários estudos maiores.
Também é importante esclarecer que “melhora neurológica” não significa necessariamente voltar a andar. Ela é medida por uma escala que avalia movimentos e sensibilidade após uma lesão na medula.
A polilaminina continua sendo um tratamento experimental.
Mas os novos resultados representam mais um passo de uma pesquisa brasileira que agora começa a ser testada de forma mais ampla em seres humanos.
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