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Ele se chamava Johannes Hofer e tinha reparado numa coisa estranha.
Soldados suíços mandados para lutar longe dos Alpes estavam adoecendo e morrendo sem ferimento e sem infecção. E não eram só eles. Empregados domésticos e estudantes enviados para outras cidades apresentavam os mesmos sintomas.
Insônia. Perda de apetite. Palpitação. Febre. Melancolia severa.
O que todos tinham em comum era uma coisa só: estavam longe de casa.
Hofer concluiu que aquilo era uma doença. Juntou duas palavras gregas para batizá-la. Nostos, que significa o retorno para casa, e algos, que significa dor.
Nostalgia.
Com a doença veio o tratamento. Ele receitava que o doente voltasse para a terra natal o mais rápido possível. Aos suíços, prescrevia uma viagem aos Alpes.
Quando o retorno era impossível, o tratamento era outro. Ópio, sangrias e sanguessugas.
E isso não durou pouco.
Pelos 2 séculos seguintes, médicos na Europa e nos Estados Unidos trataram nostalgia, discutiram a cura, brigaram sobre o método e registraram a doença como causa de morte em atestado de óbito.
Ela também tinha outros nomes. Mal du pays, na França. Mal du Suisse, o mal suíço, porque acreditavam que atingia principalmente os suíços.
A nostalgia saiu da classificação médica com o tempo. Mas não porque alguém provou que ela não existia.
Saiu porque a medicina mudou de moldura, e a doença deixou de fazer sentido dentro dela.
Hoje a palavra virou uma coisa boa. Uma foto antiga, uma música, um cheiro.
Mas ela nasceu como diagnóstico, num papel assinado por um rapaz de 19 anos, para explicar por que gente longe de casa estava morrendo.
Qual lugar te dá aquele aperto no peito quando você lembra?
Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu.
#nostalgia #historiadamedicina #seculoxvii #curiosidades #vocesabia
*Imagem ilustrativa gerada por IA
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Ver todosÉ SABER O QUE FAZER COM ELA.
No mercado atual, repetir o que todo mundo faz dificilmente te torna inesquecível.
Criatividade é enxergar possibilidades onde outros enxergam limites.
É encontrar novas soluções.
É transformar conhecimento em ação.
É fazer diferente — com estratégia e direção.
E essa é uma habilidade que pode ser desenvolvida.
No MAC, criatividade é uma das 10 habilidades que trabalhamos para transformar conhecimento em posicionamento, atitude e resultado.
Porque quem aprende a pensar diferente, também começa a construir resultados diferentes.
Você está criando novas possibilidades para a sua carreira ou apenas repetindo o que sempre fez? #habilidades #carreira #desenvolvimentopessoal #criatividade
Sair de casa sozinha. Ir longe. Sem pedir carona, sem companhia e sem autorização.
Em 1896, a americana Susan B. Anthony disse que a bicicleta tinha feito mais pela emancipação das mulheres do que qualquer outra coisa no mundo.
A reação não foi proibir. Foi inventar uma doença.
Chamaram de bicycle face, o rosto de bicicleta. Segundo os médicos que a anunciaram, o esforço de pedalar e a tensão de manter o equilíbrio deformavam o rosto de quem andava de bicicleta.
Olhos esbugalhados. Mandíbula travada. Rosto ora avermelhado, ora pálido. Olheiras fundas e uma expressão de cansaço.
E permanente. A cara ficava assim para sempre.
O médico britânico Arthur Shadwell reivindicou a autoria do termo num artigo publicado no National Review em 1897.
A médica britânica Arabella Kenealy foi mais longe. Em texto de 1899, escreveu que pedalar com vigor podia deixar a mulher infértil.
E não era só o rosto. A imprensa da época registrou também coração de bicicleta, corcunda de bicicleta e garganta de bicicleta.
Em 1895, o jornal New York World publicou uma lista de proibições para as ciclistas. Entre elas, duas resumem tudo.
Não use gíria de ciclista, deixe isso para os meninos.
E, literalmente: não cultive um rosto de bicicleta.
Nada disso funcionou.
As mulheres continuaram pedalando. Trocaram a saia pelo bloomer, que era calça larga e escandalizava. E a bicicleta virou o símbolo daquela geração.
O rosto de bicicleta nunca existiu.
O que existia era medo do que elas fariam depois de aprender a ir embora sozinhas.
Quem te ensinou a andar de bicicleta?
Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu.
#bicicleta #historiadasmulheres #seculoxix #curiosidades #vocesabia
*Imagem ilustrativa gerada por IA
A Giovanna está no Canadá e chegou ao final do MAC com algo que muita gente busca na carreira: VISIBILIDADE e OPORTUNIDADES.
✨ 3 oportunidades de emprego surgiram.
✨ Mais segurança para reconhecer o próprio valor.
✨ E o melhor: o chefe começou a enxergá-la de uma forma diferente.
Isso é posicionamento.
O MAC não é apenas sobre aprender novas habilidades. É sobre desenvolver aquilo que faz você ser percebido, valorizado e lembrado profissionalmente.
Porque oportunidade não acontece apenas para quem trabalha muito.
Acontece para quem aprende a mostrar o valor que entrega.
Giovanna entendeu o jogo.
E os resultados começaram a aparecer. 🚀 PARABÉNS
Fala sério… 3 oportunidades de emprego e mais visibilidade com o chefe!
Isso é MAC.
Método Avançado ao Conhecimento.#education #habilidade #carreira
Ela havia estudado literatura inglesa e era apaixonada por Shakespeare. Pouco depois, foi contratada para trabalhar em um laboratório que investigava supostos códigos escondidos nas obras do escritor.
A teoria não se sustentou.
Mas Elizebeth descobriu ali uma habilidade que mudaria sua vida: decifrar mensagens secretas.
Anos depois, durante a Lei Seca nos Estados Unidos, contrabandistas usavam rádios e códigos para organizar o transporte ilegal de bebidas.
Elizebeth passou a trabalhar para o governo.
Com papel, lápis e uma pequena equipe, ela decifrou mais de 12 mil mensagens e ajudou em investigações que levaram vários grupos criminosos à Justiça.
Então veio a Segunda Guerra Mundial.
Sua unidade começou a interceptar mensagens de redes de espionagem alemãs que atuavam na América do Sul.
Em março de 1942, uma dessas mensagens revelou que submarinos alemães estavam acompanhando o navio Queen Mary, que transportava mais de 8 mil pessoas.
A informação chegou ao comandante a tempo de permitir uma mudança de rota e evitar o ataque.
Até o fim da guerra, a unidade de Elizebeth havia decifrado cerca de 4 mil mensagens e quebrado três máquinas Enigma usadas para proteger comunicações secretas.
Mesmo assim, durante décadas, pouca gente conheceu a dimensão do trabalho dela.
Grande parte dos registros permaneceu secreta até o início dos anos 2000, e seu nome recebeu muito menos destaque público do que outros personagens da história da criptologia.
Hoje, Elizebeth é reconhecida como uma das pioneiras da criptologia americana.
Uma mulher que começou estudando Shakespeare acabou ajudando a decifrar milhares de mensagens secretas e a salvar milhares de vidas.
Você já conhecia essa história?
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A substância desenvolvida por pesquisadores da UFRJ é estudada como uma possível forma de ajudar na recuperação de pessoas que sofreram lesões graves na medula espinhal.
Em agosto de 2026, foi publicado na revista científica Spinal Cord o primeiro estudo da polilaminina em humanos.
O estudo acompanhou oito pacientes com lesões completas na medula. Seis apresentaram melhora de pelo menos dois níveis na escala usada pelos médicos para avaliar movimentos e sensibilidade.
Mas existe uma atualização ainda mais recente.
Entre dezembro de 2025 e maio de 2026, o uso experimental da polilaminina foi autorizado para 105 pacientes.
Como a avaliação dos resultados acontece seis meses depois do procedimento, apenas 17 já haviam chegado ao período necessário para essa análise.
Desses 17, dez apresentaram melhora na classificação neurológica.
É um resultado promissor, mas ainda não significa que a eficácia do tratamento esteja comprovada.
O primeiro estudo envolveu apenas oito pessoas, não teve grupo de controle e os próprios pesquisadores afirmam que ainda são necessários estudos maiores.
Também é importante esclarecer que “melhora neurológica” não significa necessariamente voltar a andar. Ela é medida por uma escala que avalia movimentos e sensibilidade após uma lesão na medula.
A polilaminina continua sendo um tratamento experimental.
Mas os novos resultados representam mais um passo de uma pesquisa brasileira que agora começa a ser testada de forma mais ampla em seres humanos.
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