Ética a Nicômaco (versão adaptada popular)
reinventando as audiências públicas – "Ninguém fica para trás"
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Leia gratuitamente o trecho disponibilizado pela editora via Google Livros.
Aristóteles pergunta: o que é uma vida boa? A resposta exige virtude, equilíbrio e prática.
O livro 'Ética a Nicômaco' se concentra na ideia de um Direito à Cidade, onde os movimentos sociais buscam participação nas decisões políticas. A obra propõe uma nova forma de audiências públicas, mais democráticas, e analisa a especulação imobiliária e os obstáculos históricos da política de moradia social no Brasil. Com base nas diretrizes da ONU-Habitat, o livro busca construir um novo humanismo, inspirado no pensamento de Henri Lefebvre, com o objetivo de garantir que ninguém fique para trás.
O livro 'Ética a Nicômaco' é uma obra que se destaca por sua abordagem inovadora sobre o Direito à Cidade. Através de uma análise crítica da política de moradia social no Brasil, o autor identifica os principais obstáculos que impedem a efetivação do Estatuto da Cidade. Além disso, o livro apresenta um comparativo com países que estão à frente em termos de políticas sociais, oferecendo uma visão mais ampla sobre como superar os desafios enfrentados no Brasil. Com base nas diretrizes da ONU-Habitat, o autor propõe uma nova forma de audiências públicas, mais participativas e democráticas, que permitam a inclusão de todos os segmentos da sociedade. O livro é uma importante contribuição para o estudo do Direito Constitucional e do Direito Urbanístico, oferecendo uma perspectiva inovadora sobre como construir cidades mais justas e inclusivas.
- A importância da participação cidadã no processo decisório para a construção de cidades mais justas e inclusivas
- A necessidade de uma abordagem integral para o desenvolvimento urbano, considerando aspectos sociais, econômicos e ambientais
- O papel fundamental do Estatuto da Cidade como ferramenta para a garantia do Direito à Cidade
- A influência da especulação imobiliária na dinâmica urbana e na exclusão social
- A inspiração no pensamento de Henri Lefebvre para a construção de um novo humanismo urbano
Direito à Cidade
Participação cidadã
Audiências públicas
Desenvolvimento urbano participativo
Estatuto da Cidade
Diretrizes para o desenvolvimento urbano
Garantia do Direito à Cidade
Políticas públicas
Políticas de moradia
Políticas de transporte e educação
Desenvolvimento urbano
Aspectos sociais
Aspectos econômicos e ambientais
📚 Sobre o Livro
O livro se concentra na perspectiva de um Direito à Cidade, construído pelos movimentos sociais e que buscam participação no processo decisório das políticas públicas. Nesse sentido, a ideia central da obra é propor uma nova forma de audiências públicas, realizadas numa nova vertente democrática. No caminhar, identificamos a especulação imobiliária e os entraves históricos da política de moradia social no Brasil. O Estatuto da Cidade e sua inovação carecem ainda de efetividade, ponto importante da construção da cidadania. Essa perspectiva é a linha condutora do livro, trazendo o comparativo com países que estão na vanguarda de políticas sociais. Este trabalho adota os dizeres da ONU-Habitat de 2016, que aborda o lema "ninguém fica para trás" numa clara alusão à construção de um novo humanismo, assentado no pensamento revisitado de Henri Lefebvre. Relevante para o estudo de Direito Constitucional e Direito Urbanístico.
🎯 Indicado para: Este livro é indicado para estudantes e profissionais de Direito, especialmente aqueles interessados em Direito Constitucional e Direito Urbanístico. Além disso, é recomendado para ativistas e lideranças comunitárias que buscam entender e influenciar as políticas públicas relacionadas à moradia social e ao desenvolvimento urbano.
💡 O que as Pessoas Aprenderam
💡 Ideias que marcaram
💡 A noção de que o Direito à Cidade é um direito fundamental que deve ser garantido por meio de políticas públicas inclusivas
💡 A crítica à especulação imobiliária como um obstáculo ao desenvolvimento de cidades justas e sustentáveis
💡 A importância da adoção de uma perspectiva democrática e participativa na gestão urbana
➡️ Mudancas causadas
➡️ Uma maior conscientização sobre a importância da participação cidadã na gestão urbana
➡️ A inspiração para a criação de movimentos sociais que busquem a efetivação do Direito à Cidade
➡️ A contribuição para a elaboração de políticas públicas mais inclusivas e democráticas no âmbito do desenvolvimento urbano
O que a Comunidade Acha
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